Na esfera macroeconómica, destaque nos EUA para a
divulgação do Índice da Associação Nacional de Construtores (NAHB) que se
cifrou abaixo das expectativas dos analistas, estando agora nos 44 face aos 47
esperados pelo consenso de mercado.
19 de março de 2013
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Abril avançaram USD 0,01
para USD 93,75 por barril, uma correcção ligeira face à forte penalização
ocorrida no dia anterior decorrente das medidas adoptadas em torno dos
depósitos bancários no Chipre.
Mercados: EUA
Os principais mercados accionistas norte-americanos encerraram
a sessão em terreno negativo, na sequência do anúncio de resgate financeiro do
Chipre, que impõe uma taxa extraordinária sobre todos os depósitos. O S&P
500 recuou 0,55%, com o sector financeiro a ser o mais penalizado. Também o
Nasdaq e o Dow Jones Industrial Average recuaram 0,25% e 0,43%,
respectivamente.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerraram a
primeira sessão da semana em terreno negativo –DAX: -0,40%; CAC: -0,48%; AEX:
-0,16% - penalizados pelo ressurgir das preocupações dos investidores em torno da
crise da Zona Euro, no seguimento do anuncio dos termos impostos ao Chipre
ligados ao resgate do sector financeiro do país, que passam por impostos que
incidem sobre os depósitos de todas as entidades financeiras do país. O sector
financeiro foi hoje o que mais desvalorizou, penalizado pela situação cipriota,
com desvalorizações entre 2% e 4%. Ainda no pólo negativo, a Vivendi recuou
hoje 1,80%, após a empresa ter sido alvo de um downgrade por parte de uma casa
de investimento internacional. A contrariar as perdas generalizadas a nível europeu
esteve o sector dos bens de consumo, com especial destaque para o sector de
retalho. Ainda com um enfoque positivo, destaque para a Air Frace, que avançou
3,01% na sessão, após ter sido anunciado que a empresa e 3 sindicatos de
trabalhadores assinaram um novo acordo laboral.
Mercados: PORTUGAL
O principal índice nacional encerrou a sessão a recuar
1,26%, uma performance inferior à dos restantes índices europeus. A registar as
perdas mais significativas esteve naturalmente o sector financeiro, com o BES,
BCP e BPI a recuarem 5,10%, 3,6% e 0,72% respectivamente, em linha com o
observado na esfera europeia. Também a Portugal Telecom recuou 1,31% na sessão,
ainda que sem newsflow particularmente relevante. No polo positivo destaque
para a Jerónimo Martins, que avançou 0,54%, numa altura em que Alexandre Soares
dos Santos ainda não tomou uma decisão relativamente à sua permanência no cargo
de presidente do conselho de administração da retalhista. Também a Sonaecom
voltou a registar ganhos na sessão, ao valorizar 1,3%.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos recuperaram das fortes perdas
registadas na sessão anterior, devido aos receios em torno do Chipre, que
anunciou um pedido de resgate, que incluiu a aplicação de uma taxa sobre todos
os depósitos. O nipónico Nikkei subiu 2,03%. A impulsionar a recuperação dos
índices do continente asiático esteve o sector financeiro, bem como o sector
mineiro japonês.
Empresas: REN
A agência de notação financeira Standard&Poor’s reviu em
alta o outlook para o rating de crédito da empresa nacional de “negativo” para
“estável”.
Empresas: METRO
A empresa foi alvo de uma recomendação positiva por parte de
uma casa de investimento internacional.
Empresas: E.ON
Eike Bastista está perto de vender uma participação na MPX
Energia à E.On numa altura em que os credoresdo bilionário brasileiro pedem um
aumento dos colaterais.
18 de março de 2013
Mercados: EUROPA - ABERTURA
Os principais índices europeus
iniciaram a sessão em terreno negativo – DAX (-1,04%), CAC (-1,07%) e AEX
(-0,70%) – na sequência das medidas adoptadas no Chipre ao nível dos depósitos
bancários, que reavivaram os receios em torno da crise europeia. Com todos os
sectores em terreno negativo, realce para as perdas menos expressivas do sector
de bens de consumo, com a Anheuser-Busch e a Unilever a valorizarem 0,41% e
0,15% respectivamente, ainda que sem newsflow específico que o justifique. O
sector mais penalizado é naturalmente o sector financeiro, com o Santander, BNP
Paribas e BBVA a recuarem 3,03%, 3,56% e 3,68% respectivamente. Uma nota
individual para a Vivendi, que recua 2,48% na sessão, após ter sido alvo de um
downgrade por parte de uma casa de investimento internacional.
INFORMAÇÃO MACRO-ECONÓMICA
Na esfera macroeconómica, destaque na Zona Euro para
a divulgação dos dados relativos ao índice dos preços do consumidor, que
avançou 1,3% (YoY) em linha com as previsões dos analistas. Já nos EUA, destaque
para a divulgação do índice Empire Manufacturing, que se cifrou nos 9,24,
abaixo dos 10 antecipados pelo consenso de mercado. Também os níveis de
inflação da economia norte-americana foram divulgados durante a sessão, tendo o
índice dos preços do consumidor avançado 2%, marginalmente acima das
expectativas dos analistas que antecipavam que este registasse uma valorização
de 1,9% (YoY). Nota final ainda nos EUA para a divulgação do índice de
confiança da Universidade do Michigan que registou uma quebra significativa
face aos 78 divulgados no período anterior, cifrando-se agora nos 71,8.
Mercados: CRUDE
Os futuros do crude para entrega em Abril recuaram USD 1,31
para USD 92,14 por barril, penalizados pela medida adoptada em torno dos
depósitos bancários no Chipre.
Mercados: EUROPA
Os principais índices accionistas europeus encerram a
última sessão da semana em terreno negativo –DAX: -0,19%; CAC: -0,71%; AEX:
-0,64% - corrigindo face aos ganhos registados nas últimas sessões, ao mesmo tempo
que os líderes da Zona Euro, reunidos em Bruxelas, anunciaram possíveis alívios
nos orçamentos de estadodos países afectados pela recessão na região, sendo que
nos EUA foram divulgados dados macroeconómicos que espelham uma quebra na
confiança dos consumidores norte-americanos. O sector dos bens de consumo
regista hoje a performance mais negativa da sessão, com o subsector de media a
ser o mais afectado, tendo a Vivendi recuado 3,33%, após a empresa ter
suspendido a venda da unidade de telecomunicações brasileira sem que tenha conseguido
propostas de aquisição satisfatórias. Também a Carrefour registou quebras de
2,27%, após ter sido retirada da lista de preferências de uma casa de investimento
internacional. No pólo positivo, o sector de healthcare registou a performance
mais positiva, seguido pelo sector das telecomunicações, onde a Deutsche
Telekom avançou 0,56%, após terem sido anunciadas alterações na estrutura de
gestão da empresa. Nota ainda para a Bouygues (+2,13%) que recebeu aprovação do
regulador para iniciar o serviço 4G a partir de 1 de Outubro.
Mercados: PORTUGAL
O PSI 20 encerrou a última sessão da semana a
desvalorizar 0,57%, um desempenho alinhado com o dos restantes congéneres
europeus. A acentuar as perdas estiveram o BPI, Portucel e Jerónimo Martins, a
recuarem 5,12%, 4,08% e 0,86%, respectivamente, sem newsflow específico
relevante que assim o justificasse. Ainda no pólo negativo, nota para o BES,
que replicou a performance do restante sector financeiro, recuando 0,31%, no
dia em que foi anunciado o reforço da presença da instituição em Espanha, sendo
que esta já totaliza 27 balcões no país. Já do lado dos ganhos destaque para a
SonaeCom, EDP Renováveis e Mota-Engil, a avançarem 1,26%, 1,73% e 4,19%, respectivamente,
num dia em que a construtora portuguesa anunciou que a procura pelas suas
obrigações foi quatro vezes superior à disponível para oferta.
Mercados: ÁSIA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em
terreno significativamente negativo, com receios de que as medidas adoptadas no
Chipre ao nível dos depósitos bancários possam reavivar a crise da divida
europeia e de que a China aumente os esforço em torno do controlo dos preços do
imobiliário. O Nikkei recuou 2,71%, com todos os sectores a registarem perdas
na sessão.
Empresas: JERÓNIMO MARTINS
O presidente do conselho de administração da
retalhista nacional, Alexandre Soares dos Santos, cujo mandato já terminou,
anunciou ainda não ter chegado a uma decisão relativamente à sua permanência no
cargo.
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